A Miss Universo 2011, a angolana Leila Lopes, está neste momento na República da Jamaica.
Em visita à nação insular localizada no mar das Caraíbas, Leila Lopes coroou a vencedora do concurso Miss Universo Jamaica, numa cerimónia realizada no National Indoor Sport Centre, em Kingston, capital da Jamaica.
Outro dos motivos da visita da beldade angolana a terras do célebre cantor Bob Marley foi a celebração dos 50 anos da Independência da Jamaica.
Durante a gala de nomeação, para a qual a Miss Universo Leila Lopes foi a convidada especial, os jurados elegeram Chantal Zaky para representante da Jamaica no próximo concurso Miss Universo.~
Esio é uma promessa do music hall nacional. Muitos ainda não o conhecem pessoalmente, mas já experimentaram o tom da sua excelente voz e cantaram a sua música, intitulada “Dadão” e que faz bastante sucesso nas rádios, festas e casas nocturnas da cidade capital.
Filho de um grande expoente da música angolana, Esio nasceu em Luanda, no Município do Kilamba-Kiaxe, em Abril de 1982, e parece decidido a manter viva a veia musical da família, iniciada pelo pai Artur Adriano, que a par de cantores como David Zé, Urbano de Castro e Artur Nunes, marcaram uma época na história da música popular urbana de Angola à frente do agrupamento musical FAPLA Povo, que abriu caminho para algumas bandas hoje existentes.
Esio entrou para a música através da igreja. Um irmão em Cristo ensinava-lhe as notas que depois praticava cantando algo para si mesmo. “Os meus amigos gostavam de me ouvir cantar e aconselharam-me a levar a sério a carreira de músico. Penso que eles viam em mim algo que eu não via.” Esio acredita ter bebido muito das experiências dos músicos Totó e Lokua Kanza, pois ouvia, com grande frequência, as músicas por eles produzida e tentava seguir as suas linhas.
Foi neste fim de semana, no dia do seu aniversário, que o ‘rapaz maravilha’ como é chamado por muitos ofereceu como prenda por mais uma primavera o seu novo álbum intitulado ‘+ do que Rap’.
Tafinha, conhecido por ser um artista completo e com um estilo que varia do Rap ao R&B, colocou para dowload gratuito a sua obra tornando-se desta forma no primeiro músico angolano de renome a presentear os fãs com uma obra discográfica inteira que nunca irá sair para vendas.
O novo trabalho do cantor e produtor conta com 15 faixas e foi gravado na sua nova produtora Alien Angola que o próprio fundou depois de abandonar a Freackshino, também criada pelo autor. A produção musical esteve a cargo de Dji Tafinha, uma vez que é considerado um dos melhores produtores do país, com excepção do tema 15, uma produção de Moroni.
No meio da polémica que existe no movimento Hip Hop sobre quem é falso ou verdadeiro, Dji Tafinha, que já tinha sido criticado por trocar de estilo algumas vezes, abriu o seu novo álbum a explicar o seu ponto de vista sobre os factos, utilizando para tal nomes de alguns músicos de renome do hip hop lusófono como Valete, Kid Mc e Mc K alegando que os mesmos também mudaram as suas posições ao longo da trajectória. Numa das suas músicas promocionais ‘Outra maka mais’, o produtor criticou o radialista e apresentador Miguel Neto aconselhando-o a ‘ganhar juízo’.
Porém, além das criticas, o trabalho exposto conta com um grande nível sentimental com temas que variam desde o amor até às maiores dores de perda como o tema ‘Cinzas’ a quem o rapper dedicou ao seu filho que perdeu recentemente.
A história do video "If you wanna" foi criada por Christopher Kiani, director e realizador de vídeos o mesmo que realizou o sucesso da modelo, cantora e apresentadora ‘Crazy’. Depois da sua criação a mesma foi adaptada por Sérgio Afonso, da Geração 80, pois a autora da música quis um produto totalmente nacional. ‘Eu queria por um lado ter um vídeo de muita qualidade e por outro teria de ser 100% angolano, por isso juntei-me a grandes profissionais e dentro de pouco tempo poderão apreciar o resultado final’, explicou Tatiana.
O vídeo que brevemente sairá para todas as estações televisivas e blogs nacionais, retrata relações em que uma das partes exagera em tudo para impressionar e causar uma boa aparência, facto esse, que no final acaba por estragar tudo.
O tema escolhido apela à simplicidade e à originalidade e ainda aconselha aos casais a manter a calma para não atropelar os princípios do parceiro.
O vídeo, colorido, foi gravado em Luanda e Benguela e teve vários cenários, entre eles a praia com um céu azul, mar e barco e ainda um cenário no carro e em estúdio. Batuques que remontam para a tradição africana, novo selo da artista, também constaram no seu set de produção, além do modelo encontrado por um acaso quando saia de uma pizzaria local. ‘Por sugestão do realizador fomos gravar em Benguela, nas suas lindas praias. As cenas de estúdio foram feitas em Luanda no estúdio da Xando Producoes.
O modelo do vídeo só o encontrei depois nos arredores do governo provincial, por volta das 19h30 quando ele saía de uma pizzaria. Abordei-o e o Carlos logo aceitou o convite. Depois ficou desaparecido, sorte que ele me tinha antecipado onde trabalhava.’
Para esta realização ser possível a artista contou com vários apoios:
Hotel TGV no Lobito Kalu ( rent a car) Benguela Hauser Filipe ( barco) Boutique Chik Chik ( vestiu o modelo)
Trabalharam no Video Clip:
Realização: Geracao 80 Produçao: Xando Producoes, Geraçao 80, Edvania Gonçalves Maquilhadora: Bruna Sousa Cabelereiro: Mize Berenguel, Bruna Sousa Estilo: Alice Mutumba Coreografia: Cilana Mangenge e Furtunato Tomas
Luanda - A teatralidade das festas de quintal em Angola ganhou certa importância que tornou-se tema de debate do documentário "Festa de Quintal: Teatro Domiciliar Angolano”.
O filme documentário, que estreiou esta sexta-feira em Luanda (prevê-se velar para outras regiões do país), é realizado pelo artista Coréon Dú em parceria com Ademir Calvalcanti e Sissi Bembom.
O documentário nasceu da pesquisa sobre a "teatralidade das festas feitas em casas e do propósito de criar um paralelo entre as comemorações angolanas e as de outras culturas", pelo que existe em todo mundo algum tipo de acontecimento em lar onde juntam-se amigos ou familiares para conviverem.
Luanda - O músico angolano Nelito Bangão morreu na madrugada desta terça-feira, em Luanda, vítima de doença prolongada.
Em declarações hoje à Angop, Pedro Manuel, familiar do artista, explicou que o mesmo faleceu por de doença, que padecia há mais de dois anos.
De acordo a fonte, o Ministério da Cultura garantiu já o devido apoio, pelo que o funeral será feito nessa quinta-feira, no cemitério da Santana, em Luanda.
Manuel Damião "Nelito Bangão", de 59 anos de idade, nasceu na província de Malanje. Durante a sua carreira, publicou duas obras discográficas, sendo “Nelito Bangão e Pepé Kalé “, orquestrada pela banda Empire Bakuba e “Ngueza-Vim“.
Ao longo da sua carreira, iniciada em 1972, o músico gravou três singles, pelas editoras Valentim de Carvalho, Dison e Lusolanda.