DJ David Guetta, de 44 anos, foi o músico mais bem pago da França em 2011, por ter conseguido arrecadar 4,1 milhões de dólares norte-americanos, de acordo com o ranking anual publicado ontem pela revista Challenges.
Desde que Avatar arrecadou 2,8 biliões de dólares norte-americanos, Hollywood inundou os cinemas do mundo com filmes em 3D, mas alguns especialistas do sector dizem que o público está a começar sentir-se “afogado” por essa nova tendência, informou ontem a agência Reuters.
Juddy Conceição declarou em entrevista, que está viver uma das melhores fases da sua vida.
A Apresentadora e maquiladora assume que se tornou numa mulher diferente desde que começou a desfrutar da experiência de ser mãe: “hoje em dia tenho uma noção diferente das coisas em relação há dez meses".
Juddy afirma que ter sido mãe tornou-a mais prática, confiante e preocupada. "Não há nada melhor no mundo do que ser mãe, mais educar também deve ser das coisas mais difíceis, e como é natural, isso preocupa-me. O meu principal objetivo é preparar o Hazel para o futuro” concluía Juddy a caras.
José Manuel Jorge Machado, ou Mamborró, que, em 23 de Abril, depois do “Show da Saudade”, devido a problemas de diabetes, teve de ser levado para Namíbia, disse, ao Jornal de Angola, que é na família e nos amigos encontra forças para superar a doença. O artista quer regressar à actividade artística e acabar de gravar o próximo disco.
Jornal de Angola - Como tem sido a recuperação?
José Machado – Bastante boa, cumpro rigorosamente a medicação. Em Outubro, regresso à Namíbia para exames de avaliação. Até lá, como me recomendaram, faço caminhadas e procuro desenvolver as minhas actividades normais.
Hoji Fortuna é um angolano conhecido na indústria cinematográfica mundial e o seu talento foi duplamente recompensado este ano. Além do filme "Viva Riva!" em que participou ter ganho o prémio MTV de Cinema 2011 na categoria de Melhor Filme Africano, o actor foi distinguido com o Óscar correspondente ao melhor actor secundário pela Academia Africana de Cinema.
Jornal de Angola (JA) - Como foi a sua infância em Luanda?
Hojy Fortuna (HF) - Depois do falecimento do meu pai, seguiram-se períodos difíceis para a minha mãe que, não podendo cuidar de mim e da minha irmã mais nova em virtude do trabalho, confiou a nossa custódia a familiares e amigos. Entre os dois anos e meio e os quatro anos passei boa parte do tempo com os meus padrinhos na Vila Alice, e dos quatro aos oito anos estive com os meus tios no Golfe.
Jornal de Angola – Até que ponto esse vai e vem o marcou?
Sabemos que tem um novo disco na forja, mas o que é que representou para si o anterior, Bairro, que foi uma homenagem ao Marçal onde viveu?
Aquilo foi um chamamento a quem já lá viveu, mas não tem a ver especificamente com o bairro Marçal. Tem a ver com todos os bairros onde que nós frequentamos, crescemos e fomos educados. Cimentamos algo que tem a ver com este país, com as tradições e todos os velhos, sobretudo que nos transmitiram coisas maravilhosas.
Porque quando a gente já vai para as faculdades, universidades e escolas técnicas, sobretudo quando tomamos conhecimento da cultura dos outros, regra geral brancos, europeus e americanos, esquecemos aqueles lugares onde como garotos respeitamos aos nossos pais e avós e aprendemos a comer o funge, kitaba, ngonguenha e farinha com açúcar. Fica complicado quando a gente apaga da memória a vivência do antigamente, que fez de nós africanos específicos daquele lugar. E o bairro teve a ver com isso, foi tremendamente bom que até hoje ainda estou a digerir este bairro música do recordar destas tradições. O bairro para mim teve uma importância capital e continua a ter até hoje. Cada música tem o seu peso específico, porque mesmo estando fora há mais de 40 e tal anos, o importante é retratar coisas daqui que tenham cabimento.
E o bairro para mim foi esta síntese dos primos, amigos, com a porta sempre aberta e entra qualquer um em casa, tem logo um prato na mesa, uma cordialidade que o europeu não tem mais. Para mim foi fundamental e recordar isso para educar novamente as crianças do hoje, que estão aí numa de seguir as tecnologias que não facilitam o repor entre homens e mulheres específicos deste lugar do continente.